19 de dezembro de 2004

Perguntas que exigem resposta

António Barreto está longe de ser "dos meus". Contudo, pela clareza do seu racionío, pela frontalidade com que provoca o "politicamente correcto", pelas suas opiniões "fracturantes", é um pensador que aprecio. Já aqui o disse.

No Público de hoje, Barreto enuncia uma série de questões que, no seu entender, devem decidir o voto dos portugueses. É qe, segundo ele, já lá vai o tempo do voto "em manada".

Vou aqui transcrever algumas das perguntas para as quais, também eu, gostaria de ter resposta antes de 20 de Fevereiro:

  • Como pretendem organizar a colocação de professores?
  • Continuarão a gerir, a partir do Ministério da Educação, as doze mil escolas ou vão entregá-las às autarquias?
  • Permitem que os Institutos Politécnicos confiram doutoramentos e se transformem em Universidades?
  • Mantém a uniformidade das formas de governo das Universidades?
  • O que vão fazer com as portagens das auto-estradas e das SCUT?
  • Que destino darão aos hospitais públicos e aos hospitais ditos SA?
  • O que vão fazer, no concreto, para reduzir os prazos da justiça?
  • Que medidas práticas e concretas tomarão para lutar contra a evasão fiscal?
  • Como vão cuidar dos miseráveis resultados escolares portugueses, nomeadamente dos desastres que constituem os ensinos da matemática, do português, da física e da química?
  • Como lidar com as centenas de cursos e licenciaturas existentes em cada área disciplinar?
  • Alteram ou mantém a actual legislação do aborto?
  • São contra ou a favor da integração da Turquia na União?


Respostas, precisam-se.