Concurso de Professores
Segundo a Inspecção-Geral de Finanças, deveriam ter sido acautelados, por exemplo, os riscos de ausência de competências tecnológicas da Direcção-Geral dos Recursos Humanos de Educação, inerentes à impossibilidade de concretizar um "software" em paralelo, de centralização do processo naquela direcção-geral, de contratação de pessoal além das necessidades efectivas e o de não colocação dos docentes no calendário previsto para o arranque das aulas.Na opinião da inspecção-geral, as decisões tomadas pela Direcção-Geral dos Recursos Humanos de Educação contribuíram para agravar estes riscos, "não assegurando uma gestão adequada do processo, sendo susceptíveis de configurar responsabilidade disciplinar".
Continuo a não ter acesso ao relatório da IGF. Os partidos têm-no, bem como os "media", e há muito tempo, mas nem uns nem outros o publicitaram. Está-se agora a ver porquê. Tal como sempre disse, o problema dos concursos deveu-se a questões exclusivamente técnicas e não a qualquer decisão política.
