21 de março de 2005

António Ribeiro Ferreira

Quem é este homem que escreve, referindo-se à "prestação" parlamentar de Sócrates na apresentação do programa, isso não se faz à esquerda?
Então Sócrates não é "de esquerda"? Espero bem que tenha razão.
Fica aqui o último parágrafo. Um espanto!
Depois do discurso de Sócrates, percebe-se agora que o ministro Freitas do Amaral é a flor velha, desbotada e de esquerda na lapela do Governo liberal de Portugal.