Política ou ódio?
Há, nestas Terras de Azurara, um jornal jovem que, ao que sei, terá nascido para dar voz à oposição político-partidária à maioria que vem governando o Município. Todavia, cedo resvalou para a baixa política: a meia-verdade, a mentira, a insinuação e o insulto gratuito, elegendo o Presidente da Câmara como alvo obsessivo dos seus impropérios.
No último número, em editorial, referindo-se, como sempre, ao Presidente da Câmara, escreve:
[...] Ao analisarmos, mesmo que seja à "flor da pele", estas tretas pataratas, lemos com total luminosidade, nas entrelinhas, o discurso da mentira, do cinismo, da contradição. E pensamos: será este homem um megalómano doentio? Sofrerá de algum trauma maníaco-depressivo? De esquizofrenia catatónica? Hebefrénica? Com períodos alternados de torpor e de excitação? Revelando carácter caprichoso, sentimentos e ideias insensatas? Com desenvolvimento insidioso de inadaptação social e excentricidade? Com mudanças de personalidade e pensamentos descoordenados gerando sentimentos e impulsos confusos? Com perturbação de pensamento e decorrente associação de ideias alteradas, com ocorrência de cenas absurdas ou/e estranhas? Com falsas convicções irredutíveis, fruto da desilusão????????
Não sabemos! Sabemos sim que este homem vive num estado disfuncional onde o real e o onírico confluem num delta inseparável, fazendo-o pairar nas nuvens e perder completamente o contacto com o verdadeiro pulsar do Concelho e com a inequívoca verdade dos factos, que falam por si, sem fogos-faralhos nem paródias de péssima qualidade e duvidosíssimo gosto.
Acontece que o Presidente da Câmara é pessoa calma, trabalhadora, amiga de todos (e não apenas "do seu amigo") e muito pacífica.
Eu também sou homem pacífico, mas, se fosse comigo, hesitaria entre a queixa-crime por difamação e o mais prosaico "amassar-lhe o frontespício".
