Muito posutiva
é esta nota de imprensa da FENPROF que, como se sabe, é a maior organização de professores deste país.
A sessão da tarde, presidida por Jacinta Vital, começou com a apresentação dos resultados do estudo, do qual se podem destacar, de forma sucinta, quatro questões fundamentais:
1. A avaliação relativa à criação dos agrupamentos constituídos antes de 2003 é claramente posutiva, em contraste com uma maioria de opiniões negativas no caso dos agrupamentos criados após 2003;
2. Os objectivos apontados pela administração para a (re)constituição dos agrupamentos não foram alcançados, sendo significativo que, dos vinte aspectos explicitados no questuionário, nenhum tenha obtido uma avaliação positiva quanto ao grau de concretização;
3. O sector da educação/ensino e o exercício ou não de cargos estão na base de alguma dioversidade de opiniões em relação ao impacto no terreno dos agrupamentos;
4. Os professores do 1º Ciclo do Ensino Básico têm opinião mais negativa sobre a realidade actual, considerando que este processo contribui para a menorização deste sector de ensino.
O Azurara lamenta não ter tido acesso ao questuionário que revelou a existência da alegada dioversidade de opiniões, que culminou com a conclusão de que o processo (do agrupamento de escolas) só foi posutivo até passar a ser obrigatório.
